quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

RECADO DO GENERAL CARLOS BOLIVAR GOELLNER




"Não bastasse a gravíssima crise na Petrobras – cujos desdobramentos têm grande chance de levar o governo a nocaute, em curto prazo -, a Presidenta Dilma Rousseff já começa a sentir as primeiras manifestações públicas de um descontentamento, literalmente, “Generalizado”. Militares da ativa rompem o silêncio obsequioso. Em gestos simbólicos e em discursos cirúrgicos, Generais já começam a impor limites aos ataques assimétricos da turma do Foro de São Paulo que infesta o poder no Brasil.

Por trás da bronca, os oficias de quatro estrelas exigem mais verbas, rotatividade nos comandos das forças e, sobretudo, respeito pelas Forças Armadas como instituição garantidora da Pátria. A Comandanta em chefe das FFAA já foi informada, claramente, por assessores próximos que “a insatisfação militar começa a crescer e fugir do controle”. Acontece que Dilma, na costumeira arrogância e autossuficiência, já avisou que prefere “pagar para ver” e não acredita que os “militares percam a linha”.
O Comandante Militar do Sul, General de Exército Carlos Bolivar Goellner, deixou claro, publicamente, que a recepção aos restos mortais do ex-Presidente João Goulart, com honras militares, não representou uma retratação histórica do EB com Jango (conforme sugere o governo). O Oficial de quatro estrelas e membro do Alto Comando do Exército foi direto: “Nenhum erro histórico. A História não comete erro. A História é a História. As instituições não mudam na história. Não há nenhuma modificação em relação ao Exército”.

O General Bolivar aproveitou para desmentir outra mentira repetida pela reformada historiografia do governo petralha, segundo a qual Jango fora enterrado em dezembro de 1976, às pressas, sem honra de chefes de Estado a que teria direito como ex-Presidente da República. Bolivar foi claro, novamente: “Ele não foi enterrado como cidadão comum. Ele nunca deixou de ser presidente. Estamos prestando as honras regulamentares, nada mais do que isso. Não tem nenhuma outra ilação além disso, nem a favor nem contra”.
O breve recado do General Bolivar pode até lhe custar o futuro comando do EB. Mas deixou clara que a insatisfação dos militares com a guerra irregular promovida pela petralhada contra as Forças Armadas tem um limite."
Partes de um artigo publicado por Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 7 de Dezembro de 2013.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

...MERA BRAVATA!




O PMDB deixando o governo? Mera bravata!


O PMDB tem cinco ministérios, caso assim se considere também a Secretaria da Aviação Civil: contam-se ainda os de Minas e Energia, Agricultura, Previdência e Turismo. Reivindica agora o da Integração Nacional. Dilma não quer ceder. No partido, informa a Folha, há quem defenda a antecipação da convenção de junho para abril para emitir uma advertência a Dilma: “Ou cede, ou a gente cai fora do governo”.
Pois é… Quem acredita nisso? Nem os eventuais autores da proposta, não é? Qual a chance de o PMDB deixar os milhares de cargos que tem no governo, considerados todos os escalões, as estatais, autarquias, fundações etc.? Deixem-me ver… Muito inferior a zero.
Se Dilma ceder, será em razão de algum outro acordo. Em outras circunstâncias, o máximo que o PMDB faria seria retaliar o governo em votações no Congresso. Acontece que não há nenhuma pauta importante no Parlamento — nunca há em ano eleitoral.
Se o PMDB vai ou não levar outro agrado, não sei. Em razão da eventual ameaça de deixar o governo é que não será porque a presidente Dilma sabe que se trata de bravata. Por Reinaldo Azevedo.



Comentários:
Ciro Gomes, quando foi obrigado pelo Sr. Lula a abandonar a sua candidatura para Presidente do Brasil na eleição próxima passada, saiu dando tiro para todos os lados e, num momento de lucidez extremada, disse em alto e bom som -: “O PMDB É UM AJUNTAMENTO DE ASSALTANTES!…”.
Onde já se viu urubu largar carniça? Onde já se viu bezerro não querer mamar na vaca?

Porém, Dilma e aliados temem pelo agravamento de problemas de governança na Petrobras, Eletrobras, Caixa e Banco do Brasil – sustentáculos do capimunismo sindical que mobiliza recursos do BNDES e dos fundos de pensão para os principais negócios que os petralhas e comparsas dirigem nas sombras. A petralhada sabe que seu esquema mafioso já foi mapeado pela espionagem norte-americana que irritou – e desesperou – a Presidenta, o Presidentro Lula e os aliados.
Ainda no curto prazo, as obras de infraestrutura para a Copa da Fifa dificilmente ficarão prontas a tempo ou a contento. O previsível caos aéreo, a especulação de preços com a competição e a péssima prestação de serviços aos turistas vão provocar desgaste de imagem internacional para o governo Dilma. "PMDB com a barba de molho!"


segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

O PT ESTA ACABANDO COM O BRASIL!

Dinheiro para Cuba há. Já para o Brasil.....


Brasília – O governo da presidente Dilma Rousseff investiu US$ 682 milhões, nos últimos três anos, na construção de um terminal portuário em Cuba. O investimento representa uma média anual de US$ 227,4 milhões, o que equivale a 15 vezes mais do que o governo brasileiro aplicou em terminais brasileiros, em 2013.  Conforme reportagem da revista Veja, na edição do último dia 4, a presidente irá a Cuba no fim do mês para inaugurar o Porto de Mariel, localizado a 40 quilômetros da capital, Havana.

De acordo com a reportagem, apenas 7%  dos US$ 218 milhões previstos para investimentos em terminais brasileiros em 2013, o equivalente a US$ 15,5 milhões, foram aplicados. O Porto de Mariel terá capacidade 30% superior à do Porto de Suape, o principal do nordeste brasileiro.

Não existem recursos para melhorar a qualidade de ensino no Brasil, ou para melhorar a qualidade da saúde pública, muito menos para melhorar a qualidade dos portos brasileiros que estão sucateados.

Mas há recursos do contribuinte para ser aplicado na modernização dos portos cubanos.

O PT está acabando com o Brasil...

Com queda acumulada de 15,8% desde janeiro, a Bolsa brasileira deve fechar 2013 com o pior desempenho entre os mercados de ações globais. É o que mostra um levantamento realizado pelo analista Jason Vieira, do portal de informações financeiras MoneYou, que avaliou o desempenho de 48 índices neste ano. 

Após décadas de sacrifícios o povo brasileiro, viu com o Plano Real executado no Governo Itamar Franco e desenvolvido pelo ministro da época Fernando Henrique Cardoso, uma esperança de recuperação da economia e melhora social.

No início pudemos ver a melhora ocorrer. O fim da inflação preservou o valor dos salários, com isto a qualidade de vida do povo melhorou. O salário mínimo passou a ter aumentos reais, a desigualdade social paulatinamente diminuiu. O governo passou a ter mais recursos para programas sociais de complementação de renda, que unificados no governo Lula se transformaram no Bolsa Família.

Mas parou pro aí. Com a incompetência de nossos governantes estamos vendo a corrupção generalizada e institucionalizada. Nunca na história deste país vimos um governo tão corrupto como este.

A inflação sobe ano a ano. Os juros também sobem, o PIB pífio é o menor entre os países em desenvolvimento. As privatizações se torna pseudo privatizações com o governo ainda mantendo o controle através do BNDES.

A saúde pública continua precária e o governo se utiliza do argumento de suprir o Brasil com mais médicos para financiar o regime ditatorial e sanguinário de Cuba.

A qualidade da educação piora a olhos visto, piora esta atestada por organismos internacionais.

Enquanto o povo sofre, nossa elite petista no governo vive nababescamente como se o Brasil fosse um país rico.

É hora de mudar. É hora de uma revolução ética. Chega de demagogias e mentiras.

Neste ano de 2014 vamos tirar esta corja do governo antes que seja tarde demais, pois,  

 O PT está acabando com o Brasil...


Fontes: Folha.com e Brasil Liberdade e Democracia


sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

NOVAMENTE O RACISMO CONTRA JOAQUIM BARBOSA



Texto de Carlos Alberto Gonçalves, publicado no Grupo Pátria Amada Brasil.


De novo racismo contra Joaquim Barbosa? Sim, de novo. Agora é a vez de José Rainha, ex-líder de ladrões de terras.

Por um bom tempo, José Rainha ganhou a vida incentivando atos terroristas e criminosos, baseados em invasão e roubo de terras. Um sujeito que tem isso como seu ganha pão não pode ser nenhuma referência de caráter, mas, em seu mais recente ataque a Joaquim Barbosa, ele realmente se excedeu em termos de desonra e falta de dignidade.

Segundo a notícia do Terra, José Rainha diz que “Joaquim Barbosa nega sua raça e age como dono de engenho”.

O dia em que o negro entrou na Casa Grande e se encantou com os anéis, ele é tão reacionário quanto o dono de engenho. E o dia em que o negro nega a sua raça, seu sangue e sua história, ele é tão branco como o dono de engenho. O que se está fazendo com o Judiciário é uma vergonha”, disse. “Este País mudou de casa grande e senzala? O que ele mudou? Nada. É um dono de engenho!”, afirmou.

A declaração ocorreu após Rainha ter almoçado nesta última quarta-feira com João Paulo, prestes a ir para a prisão, pelos crimes do Mensalão. Ainda na tentativa dele imputar racismo a Joaquim Barbosa, veja mais:

Para o líder sem-terra, a condenação de João Paulo representa o preconceito que o partido e os movimentos sociais sofrem no País. “Os trabalhadores, negros, miseráveis e sem-terra não têm voz e vez. Aqueles que ocupam cargo que representariam sua classe de origem se negam a ela para defender exatamente os donos de engenho de olhos azuis”, disse o líder, que considera o deputado um preso político.

No texto De Paulo Henrique a Paulo Nogueira é sempre a mesma coisa: manifestações de racismo abominável, agora contra Joaquim Barbosa tratei de mostrar a amoralidade por trás deste jogo da esquerda: atacar seus adversários, fazendo uso de racismo, ao mesmo tempo em que alegam “lutar pelas minorias”. Não vou repetir os argumentos daquele texto. Ao invés disso, tratarei de outro aspecto que eu não havia mencionado lá e que é ainda mais abjeto.

Pelo que se nota do discurso de Rainha, um negro pode ser vítima de racismo se for opositor do PT. Até aqui nada de novo: é o mesmo critério trotskista de Paulo Henrique Amorim e Paulo Nogueira. Rainha é ainda mais acintoso ao dizer que Barbosa “nega a sua raça”, pois fica a favor “dos donos de engenho, de olhos azuis”, emulando um discurso já utilizado por Lula.

Os critérios de Rainha são claros:

Quem ficar contra o PT, se for negro, renega sua raça
Quem estiver a favor do PT, mesmo sendo racista, está “a favor dos negros”
Logo, ficar contra o PT é racismo
Ainda por essa lógica, quem atacar um negro que faz algo que o PT não gosta, com acusações racistas contra essa pessoa, não está sendo racista
Atacar “brancos de olhos azuis” também não é racismo
Percebe-se que a mistura de falta de ética com a falta de lógica impera no discurso petralha.

Finalmente, o maior crime moral de Rainha é desrespeitar a população negra, tratando-os não como indivíduos com desejos e expectativas de acordo com suas personalidades e histórias de vida, mas como coletivos abstratos usados como único propósito da mais suja instância da guerra política.

Qualquer pessoa de qualquer raça deveria se sentir afrontado com um discurso que diz que “o critério para alguém merecer ser de sua raça é aliar-se ao PT”. Não dá para ser mais desrespeito do que isso.

Rainha basicamente quer dizer que “o negro que não se aliar ao PT não merece ser respeitado”. O racismo do ex-líder do MST (PT) parece não ter limites!

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

...O JOGO SUJO COMEÇOU!

 
 
 
 
"O governador de Pernambuco e potencial candidato à Presidência da República, Eduardo Campos (PSB), classificou como um “ataque covarde” o texto publicado na página do Facebook do PT em que é chamado de “tolo”. Campos recorreu à mesma rede social para dizer que segue “firme no debate de alto nível sobre o Brasil e a construção de uma nova política que transforme verdadeiramente a vida das pessoas e do país”. “O resto a gente ignora. Porque, enquanto os cães ladram, a nossa caravana passa. Vamos em frente, pessoal”, escreveu Campos. Ele também reproduziu uma nota do vice-presidente do PSB, deputado Beto Albuquerque (RS), na qual afirma que é “evidente o desespero da direção do Partido dos Trabalhadores” e que o ataque revela “que a parcela que hoje domina o PT perdeu completamente seu espírito republicano, abandonou seu norte politico e transformou-se numa seita fundamentalista que ataca qualquer um”. Por Reinaldo Azevedo
 
 
Comentários:
 
Tuminha estava certo quando escreveu ASSASSINATO DE REPUTAÇÕES. Essa gang do PT é muito perigosa. Se você é contra eles, você não é adversário, mas sim, um inimigo que tem que ser banido ou morto.
Se eu fosse Eduardo Campos, cuidaria da minha segurança pessoal. Ainda não esquecemos o caso Celso Daniel, entre outros tantos.
 
Como diz um meu amigo: "No momento o foco é neutralizar esse cancro do PT".
Há portanto que unir forças... Depois cuidaremos das demais Loucuras ! Pode-se sob a mesmo ótica considerar o voto a Aécio ou Eduardo! Importante agora é concentrar forças. Comuniquemo-nos e votemos em bloco! Devemos fechar também questão em favor de Alkimim no estado de S. Paulo.
É preciso salvar o estado da cobiça destes vilões que só querem se locupletar e nada de trabalhar!
 
Quem definiu corretamente o comportamento petista foi Serra, que para ele, o petista é aquela pessoa que bate a carteira e sai gritando pega ladrão. Isto é nada mais do que inverter a lógica. É o que o PT vem buscando com esse jeito seu de fazer política, inverter a ordem das coisas.
 
O PT é useiro e fabricante de dossiês, boatos, denúncias anônimas e textos apócrifos tentando atingir a imagem de seus adversários. É prática de gente covarde, que não tem coragem de mostrar a cara e discutir política em termos elevados. Fazem isso porque não têm como explicar o rastro de lama e corrupção que marcou os últimos  anos da história do Brasil.
 
 
 
 
 
 
 
 

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

...A TRES PASSOS DA GUERRA CIVIL





O ambientalismo, o indianismo, o movimento quilombola, o MST, o MAB e outros similares criaram tal antagonismo com a sociedade nacional, que será preciso muita habilidade e firmeza para evitar que degenere em conflitos sangrentos!


O MST se desloca como um exército de ocupação, mobilizando uma grande massa de miseráveis (com muitos oportunistas), dirigidos por uma liderança em parte clandestina. As invasões do MST são toleradas e a lei não aplicada. Mesmo ciente da pretensão do MST de criar uma "zona livre", uma "república do MST" na região do Pontal do Paranapanema, o Governo só contemporiza; finge não perceber que o MST não quer receber terras, quer invadi-las e tende a realizar ações cada vez mais audaciosas.



É claro que os produtores rurais, desesperançados de obter justiça, terminarão por reagir. Talvez seja isto que o MST deseja; a convulsão social, contando, talvez, com o apoio de setores governamentais como o Ministério do Desenvolvimento Agrário. Segundo Pedro Stédile: "O interior do Brasil pode transformar-se em uma Colômbia. A situação sairá de controle, haverá convulsões sociais e a sociedade se desintegrará."

Também a multiplicação das reservas indígenas, exatamente sobre as maiores jazidas minerais, usa o pretexto de conservar uma cultura neolítica (que nem existe mais), mas visa mesmo a criação de "uma grande nação" indígena. Agora mesmo assistimos, sobre as brasas ainda fumegantes da Raposa-serra do Sol, o anúncio da criação da reserva Anaro, que unirá a Raposa/São Marcos à Ianomâmi. Posteriormente a Marabitanas unirá a Ianomâmi à Balaio/Cabeça do Cachorro, englobando toda a fronteira Norte da Amazônia Ocidental e suas riquíssimas serras prenhes das mais preciosas jazidas.
Falta ainda homologar no congresso e unir as várias reservas em uma gigantesca e declarar a independência, e isto não poderemos tolerar. Ou se corrige a situação agora ou nos preparemos para a guerra.


Tem gente se armando, tem gente se preparando para uma guerra. Temos de abrir o olho também para esse processo, que conduz ao ódio racial. Normalmente esquerdistas, talvez desejem começar uma revolução comunista com uma guerra racial.

Bem, ainda temos Forças Armadas, mas segundo as últimas notícias, o Exército (que é o mais importante na defesa interna) tem o seu efetivo reduzido.
Será proposital?

Trechos de um artigo de Gelio Fregapani.
Gelio Fregapani é escritor e Coronel da Reserva do EB, atuou na área do serviço de inteligência na região Amazônica, elaborou relatórios como o do GTAM, Grupo de Trabalho da Amazônia.

RESPOSTA DO GENERAL DE EXÉRCITO FRANCISCO BATISTA



RESPOSTA DO GENERAL DE DIVISÃO REFORMADO DO EXÉRCITO FRANCISCO BATISTA TORRES DE MELO À MIRIAM LEITÃO A verdade sufocada.

À Senhora Jornalista Miriam Leitão Li o seu artigo "ENQUANTO ISSO", com todo cuidado possível. Senti, em suas linhas, que a senhora procura mostrar que os MILITARES BRASILEIROS de HOJE, são bem diferentes dos MILITARES BRASILEIROS de ONTEM. Penso que esse é o ponto central de sua tese. Para criar credibilidade nas suas afirmativas, a senhora escreveu: "houve um tempo em que a interpretação dos militares brasileiros sobre LEI E ORDEM era rasgar as leis e ferir a ordem. Hoje em dia, eles demonstram com convicção terem aprendido o que não podem fazer". Permita-me discordar dessa afirmativa de vez que vejo nela uma injustiça, pois fiz parte dos MILITARES DE ONTEM e nunca vi os meus camaradas militares rasgarem leis e ferir a ordem. Nem ontem nem hoje. Vou demonstrar a minha tese. No Império, as LEIS E A ORDEM foram rasgadas no Pará, Ceará, Minas, Rio, São Paulo e Rio Grande do Sul pelas paixões políticas da época. AS LEIS E A ORDEM foram restabelecidas pelo Grande Pacificador do Império, um Militar de Ontem, o Duque de Caxias, que com sua ação manteve a Unidade Nacional. Não rasgamos as leis nem ferimos a ordem. Pelo contrário. Vem a queda do Império e a República. Pelo que sei, e a História registra, foram políticos que acabaram envolvendo os velhos Marechais Deodoro e Floriano nas lides políticas. A política dos governadores criando as oligarquias regionais, não foi obra dos Militares de Ontem, quando as leis e a ordem foram rasgadas e feridas pelos donos do Poder, razão maior das revoltas dos tenentes da década de 20, que sonhavam com um Brasil mais democrático e justo. Os Militares de Ontem ficaram ao lado da lei e da Ordem. Lembro à nobre jornalista que foram os civis políticos que fizeram a revolução de 30, apoiados, contudo, pelos tenentes revolucionários, menos Prestes, que abraçou o comunismo russo. Veio a época getuliana, que, aos poucos, foi afastando os tenentes das decisões políticas. A revolução Paulista não foi feita pelos Militares de Ontem e sim pelos políticos paulistas que não aceitavam a ditadura de Vargas. Não foram os Militares de Ontem que fizeram a revolução de 35 (senão alguns, levados por civis a se converterem para a ideologia vermelha, mas logo combatidos e derrotados pelos verdadeiros Militares de Ontem); nem fizeram a revolta de 38; nem deram o golpe de 37. Penso que a senhora, dentro de seu espírito de justiça, há de concordar comigo que foram as velhas raposas GETÚLIO - CHICO CAMPOS - OSWALDO ARANHA e os chefetes que estavam nos governos dos Estados, que aceitaram o golpe de 37. Não coloque a culpa nos Militares de Ontem. Veio a segunda guerra mundial. O Nazismo e o Fascismo tentam dominar o mundo. Assistimos ao primeiro choque da hipocrisia da esquerda. A senhora deve ter lido - pois àquela época não seria nascida -, sobre o acordo da Alemanha e a URSS para dividirem a pobre Polônia e os sindicatos comunistas do mundo ocidental fazendo greves contra os seus próprios países a favor da Alemanha por imposição da URSS e a mudança de posição quando a "Santa URSS" foi invadida por Hitler. O Brasil ficou em cima de muro até que nossos navios (35) foram afundados. Era a guerra, a FEB e seu término. Getúlio - o ditador - caiu e vieram as eleições. As Forças Armadas foram chamadas a intervir para evitar o pior. Foram os políticos que pressionaram os Militares de Ontem para manter a ordem. Não rasgamos as leis nem ferimos a ordem. Chamou-se o Presidente do Supremo Tribunal Federal para, como Presidente, governar a transição. Não se impôs MILITAR algum. O mundo dividiu-se em dois. O lado democrático, chamado pelos comunistas de imperialistas, e o lado comunista com as suas ditaduras cruéis e seus celebres julgamentos "democráticos". Prefiro o primeiro e tenho certeza de que a senhora, também. No lado ocidental não se tinham os GULAGs. O período Dutra (ESCOLHIDO PELOS CIVIS E ELEITO PELO VOTO DIRETO DO POVO) teve seus erros - NUNCA CONTRA A LEI E A ORDEM - e virtudes como toda obra humana. A colocação do Partido Comunista na ilegalidade foi uma obra do Congresso Nacional por inabilidade do próprio Carlos Prestes, que declarou ficar ao lado da URSS e não do Brasil em caso de guerra entre os dois países. Dutra vivia com o "livrinho" (a Constituição) na mão, pois os políticos, nas suas ambições, queriam intervenções em alguns Estados, inclusive em São Paulo. A senhora deve ter lido isso, pois há vasta literatura sobre a História daqueles idos. Novo período de Getúlio Vargas. Ele já não tinha mais o vigor dos anos trinta. Quem leu CHATÔ, SAMUEL WEINER (a senhora leu?) sente que os falsos amigos de Getúlio o levaram à desgraça, eles eram políticos. Os Militares de Ontem não se envolveram no caso, senão para investigar os crimes que vinham sendo cometidos sem apuração pela Polícia; nem rasgaram leis nem feriram a ordem. Eram os políticos que se degladiavam e procuravam nos colocar como fiéis da balança. O seu suicídio foi uma tragédia nacional, mas não foram os Militares de Ontem os responsáveis pela grande desgraça, sabe bem disso! A senhora permita-me ir resumindo para não ficar longo. Veio Juscelino e as Forças Armadas garantiram a posse, mesmo com pequenas divergências. Mais uma vez eram os políticos que queriam rasgar as leis e ferir a ordem e não os Militares de Ontem. Nessa época, há o segundo grande choque da esquerda. No XX Congresso do Partido Comunista da URSS (1956) Kruchov coloca a nu a desgraça do stalinismo na URSS. Os intelectuais esquerdistas ficam sem rumo. Juscelino chega ao fim e seu candidato perde para o senhor Jânio Quadros, a Esperança da vassoura, Desastre total. Não foram os Militares de Ontem que rasgaram a lei e feriram a ordem. Quem declarou vago o cargo de Presidente foi o Congresso Nacional. A Nação ficou ao Deus dará. Ameaça de guerra civil e os políticos tocando fogo no País e as Forças Armadas divididas pelas paixões políticas, disseminadas pelas "vivandeiras dos quartéis" como muito bem alcunhou Castello. Parlamentarismo, volta ao presidencialismo, aumento das paixões políticas, Prestes indo até Moscou afirmando que já estavam no governo, faltando-lhes apenas o Poder. Os militares calados e o chefe do Estado Maior do Exército (Castello) recomendando que a cadeia de comando deveria ser mantida de qualquer maneira. A indisciplina chegando e incentivada dentro dos Quartéis, não pelos Militares de Ontem e sim pelos políticos de esquerda; e as vivandeiras tentando colocar o Exército na luta política. Revoltas de Polícias Militares, revolta de sargentos em Brasília, indisciplina na Marinha, comícios da Central e do Automóvel Clube representavam a desordem e o caos contra a LEI e a ORDEM. Lacerda, Ademar de Barros, Magalhães Pinto e outros governadores e políticos (todos civis)incentivavam o povo à revolta. As marchas com Deus, pela Família e pela Liberdade (promovidas por mulheres) representavam a angústia do País. Todo esse clima não foi produzido pelos MILITARES DE ONTEM. Eles, contudo, sempre à escuta dos apelos do povo, pois ELES são o povo em armas, para garantir as Leis e a Ordem. Minas desce. Liderança primeira de civil; a era Magalhães Pinto. Era a contra-revolução que se impunha para evitar que o Brasil soçobrasse ao comunismo. O governador Miguel Arraes declarava em Recife, nas vésperas de 31 de março: haverá golpe, só não sabemos se deles ou nosso. Não vamos ser hipócritas, a senhora, inteligente como é, deve ter lido muitos livros que reportam a luta política daquela época (exemplos: A Revolução Impossível de Luis Mir - Combates nas Trevas de Jacob Gorender - Camaradas de William Waack - etc) sabe que a esquerda desejava implantar uma ditadura de esquerda. Quem afirma é Jacob Gorender. Diz ele no seu livro: "a luta armada começou a ser tentada pela esquerda em 1965 e desfechada em definitiva a partir de 1968". Não há, em nenhuma parte do mundo, luta armada em que se vão plantar rosas e é por essa razão que GORENDER afirma: "se quiser compreendê-la na perspectiva da sua história, A ESQUERDA deve assumir a violência que praticou". Violência gera violência e os políticos sempre jogam a responsabilidade em manter a ordem aos militares. Afinal eles levaram a desordem. Castello, Costa e Silva, Médici, Geisel e João Figueiredo com seus erros e virtudes desenvolveram o País. Não vamos perder tempo com isso. A senhora é uma economista e sabe bem disso. Veio a ANISTIA e João Figueiredo dando murro na mesa e clamando que era para todos, pois Ulisses Guimarães não desejando que Brizolla, Arraes e outros pudessem tomar parte no novo processo eleitoral, para não lhe disputarem as chances de Poder. João bateu o pé e todos tiveram direito, pois "lugar de Brasileiro é no Brasil", como dizia. Não esquecer o terceiro choque sofrido pela a esquerda: Queda do Muro de Berlim, que até hoje a nossa esquerda não sabe desse fato histórico. DIRETAS JÁ! Sarney, Collor com seu desastre, Itamar, FHC, LULA e chegamos aos dias atuais. Os Militares de Hoje, silentes, que não são responsáveis pelas desgraças que vivemos agora, mas sempre aguardando a voz do Povo. Não houve no passado, nem há, nos dias de hoje, nenhum militar metido em roubo, compra de voto, CPI, dólar em cueca, mensalões ou mensalinhos. Não há nenhum Delúbio, Zé Dirceu, José Genoíno, e que tais. A corrupção e a desordem estão ficando acima da lei e da ordem! O que já se ouve, passamos a escutar, é o povo dizendo: SÓ OS MILITARES PODERÃO SALVAR A NAÇÃO. Pois àquela época da "ditadura" era que se era feliz e não se sabia... Certo, houveram excessos contra os civis. Então me diga: Como controlar o que o país vivia naquela época? Com vários grupos, uns querendo o comunismo, outro o socialismo, outro o presidencialismo e a maioria a democracia. Se chegaria a um concenso na conversa? Existia controle social para tal? Mas os Militares de Hoje, como os de Ontem, não querem ditadura, pois são formados democratas. E irão garantir a Lei e a Ordem, sempre que preciso. Os militares não irão às ruas sem o povo ao seu lado. OS MILITARES DE HOJE SÃO OS MESMOS QUE OS MILITARES DE ONTEM. A nossa desgraça é que políticos de hoje (olhe os PICARETAS do Lula!) - as exceções justificando a regra - são ainda piores do que os de ontem. Estamos sem ética e sem moral, estão esquecendo os bons princípios e mais, os políticos são despudorados. O Brasil vem sofrendo, não por conta dos MILITARES, mas de ALGUNS POLÍTICOS - uma corja de canalhas, que rasgam as leis e criam as desordens, desrespeitam a todos e só pensam na sobrevivência política, independente do preço a ser pago pelo povo! Como sei que a senhora é uma democrata, espero que publique esta carta no local onde a senhora escreve os seus artigos, que os leio atenta e religiosamente, como se fossem uma Bíblia. Perfeitos no campo econômico, mas não muitos católicos ou evangélicos no campo político por uma razão muito simples: quando parece que a senhora tem o vírus de uma reacionária de esquerda. Atenciosa e respeitosamente, GENERAL DE DIVISÃO REFORMADO DO EXÉRCITO FRANCISCO BATISTA TORRES DE MELO 12 de março de 2012

De Rogério Prevedel.