quarta-feira, 15 de maio de 2013

MAIS UMA MAROLINHA







O Pessoal do governo PeTista desconhece a mais rasa definição da palavra planejamento...Essa  esquerda vermelha entra em polvorosa e parte para as retaliações. Coisa típica de quem não sabe fazer outra coisa, que não a briga de rua, o jogo rasteiro.


Alguém se lembra do apelo do então presidente Lula, em 2008, para que o povo brasileiro se atirasse ao consumo como forma de reverter a crise internacional, na ocasião classificada como “marolinha”...Tema esse  que já caiu no esquecimento da opinião pública e também da imprensa amestrada; aquela que costumeiramente passa no caixa do Palácio do Planalto.

Já era esperado que o pedido de Lula era uma total a irresponsabilidade e que em pouco tempo a conta não fecharia,  como de fato aconteceu e continua acontecendo. 
O primeiro setor a ser beneficiado pela desoneração tributária foi o de automóveis, até porque para o PT, um país desenvolvido é aquele em que o pobre tem carro e um carnê maior que o porta-malas,  não o que permite ao rico usar o transporte público.


A frota de carros aumentou assustadoramente nos últimos anos, sem que qualquer investimento prévio tenha sido feito para absorver essas enxurradas de novos automóveis. E não foi por falta de aviso. A situação é tão crítica, que o Brasil continua importando petróleo e combustíveis para atender à demanda interna. Essa operação absurda prevê a venda subsidiada da gasolina, o que impediu a disparada da inflação e proporcionou a corrosão financeira da Petrobras.

Mas o escárnio não para por aí. Eleito no vácuo do discurso mentiroso de que foi maior e melhor ministro da Educação da histórica nacional, o petista Fernando Haddad ainda não assumiu de fato o cargo de prefeito da maior cidade brasileira, tamanha é a sua inoperância. A situação do transporte público beira o caos na capital dos paulistas, mas o Palácio do Planalto continua a comemorar os recordes seguidos de venda de automóveis. 

Essa estratégia obtusa de patrocinar o desmonte do Estado para dar passagem à implantação de um regime totalitarista é conhecida de longa data. O único problema está no comodismo da sociedade, que assiste a tudo como se fosse o melhor dos modelos políticos. 

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